Deputada pede mais segurança em Simões Filho e Camaçari

Autor: Simões Filho Online

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 Kátia pede mais segurança em Simões Filho e CamaçariA deputada Kátia Oliveira (MDB) apresentou indicações ao Governo da Bahia, encaminhadas através da Mesa Diretora do Legislativo estadual, solicitando serviços e implementações na área de segurança pública para os municípios de Simões Filho e Camaçari, na região Metropolitana de Salvador (RMS).

A parlamentar pediu a ampliação do efetivo das polícias Militar e Civil em Simões Filho, bem como a aquisição de viaturas e novos equipamentos, “a fim de aumentar o patrulhamento ostensivo e a investigação judiciária nos crimes contra a vida, com o objetivo de reduzir a criminalidade violenta”.

Em sua justificativa, ela informa que a 2ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) tem o mesmo efetivo há 20 anos, e que a 22ª Delegacia de Polícia Civil não dispõe de recursos tecnológicos e humanos suficientes para cumprir satisfatoriamente o seu papel na investigação criminal, designadamente na elucidação dos crimes contra a vida.

A deputada cita ainda estudos do Atlas da Violência 2018, do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que colocam o município entre os dez mais violentos do país. “No que se refere ao município de Simões Filho, distante a 20 km da capital, realço que estes índices estão em declínio, mas ainda são inaceitáveis”, ressalvou a deputada.

Já para Camaçari, a emedebista requereu a instalação de uma base operacional fixa da Ronda Maria da Penha (RMP) para Camaçari, com efetivo policial próprio, justificando que o município, com 300 mil habitantes, é o 16º no ranking brasileiro de queixas de violências contra a mulher, segundo dados da Central de Atendimento à Mulher (Disque 180).

Kátia Oliveira citou o caso recente de violência doméstica e familiar com grande repercussão: o hediondo crime perpetrado contra Eva Luana da Silva, jovem de 21 anos, que divulgou em uma rede social que, por vários anos, foi submetida a agressões sexuais pelo padrasto em Camaçari. “Em casos do tipo, o acompanhamento da Ronda Maria da Penha é fundamental para garantir a integridade física da denunciante e preservar a sua saúde mental”, defendeu a deputada, para quem a iniciativa insere-se como mecanismo essencial para acabar a rotina de assédio, medo, humilhação, controle, espancamentos e morte de mulheres.

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