Novo RG pode ter dados do PIS-Pasep, CNH, CPF, título e outros 8 documentos

Autor: Simões Filho Online

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Um dos principais documentos dos brasileiros está diferente e muito mais completo. É possível incluir dados de outros 12 documentos em apenas um só.

Essa é uma das novidades do novo RG, que já é emitido em oito estados. O sistema deverá estar implantado em todo o país até março de 2020.

Entre os documentos que podem ser incluídos estão PIS-Pasep, carteira de motorista, certidão de Casamento, CPF, Cadastro Nacional de Saúde, certidão de nascimento, Documento Nacional de Identificação (DNI), carteira de trabalho, identidade profissional. certidão militar, e até tipo sanguíneo. Mas é preciso levar os documentos originais para a inclusão dessas informações.

O novo modelo também tem um QR Code, uma espécie de código de barras, na parte interna, que serve para garantir a autenticidade do documento.

A carteira de identidade antiga continua valendo. A emissão do novo modelo é só para quem precisa de uma segunda via ou vai tirar o documento pela primeira vez.

Aliás, adiar a confecção da primeira carteira de identidade pode trazer uma inesperada dor de cabeça. A apresentação do documento é obrigatória a partir dos 12 anos para quem vai viajar de ônibus e avião.

OUTRO DOCUMENTO

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve definir em novembro deste ano as cidades que vão participar do projeto-piloto para as primeiras emissões do Documento Nacional de Identificação (DNI), documento digital que reunirá informações da identidade (RG), CPF, título de eleitor e carteira nacional de habilitação dos cidadãos entre outros. O DNI será digital e, quando estiver integralmente pronto, dispensará a apresentação de outros papéis de identificação como CPF, certidão de nascimento, casamento ou título de eleitor.

Documento Nacional de Identificação (DNI)

Segundo a Justiça Eleitoral, mais de 100 milhões de pessoas já foram cadastradas pela biometria em todo o país.

Em 2018, o projeto-piloto do documento único foi lançado pelo governo federal e pelo TSE, que fornecerá a base de dados da biometria dos eleitores para compor o banco de informações. No início de janeiro, o governo federal retomou iniciativas passadas para criar a base digital que unifique diversos documentos.