Padrasto é suspeito de estuprar menina de 12 anos em Simões Filho – Menina está grávida de 7 meses

Tudo foi descoberto enquanto a menina passava férias com a avó.

Autor: Simões Filho Online

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Menina está grávida de 7 meses

Uma menina de 12 anos engravidou após ser estuprada na cidade de Simões Filho, na região metropolitana de Salvador (RMS). Segundo a família, o padrasto da garota é o suspeito de ter cometido o abuso na casa em que morava com a menina e a mãe dela.

Tudo foi descoberto enquanto a garota passava férias com a avó. Conforme a família, a menina tentou esconder a situação com medo do que poderia acontecer com ela e com o bebê.

“Só sei que tinha alguma coisa errada. Era sempre com camisa de homem, vestida com roupa bem folgada – geralmente sempre se sentido mal, vomitando e sonolenta”, contou Jackson, tio da vítima.

De acordo com relatos da menina aos familiares, os abusos teriam começado a cerca de nove meses, e aconteciam quando a mãe da jovem saia de casa para ir resolver problemas na capital baiana. Nesse momento, o padastro se aproveitava da ausência da esposa e levava a garota para dentro do quarto casal, onde acontecia os abusos. Sem ter a quem pedir socorro – ela se tornou uma vítima fácil.

“Foi um cara que passou o ano novo junto com a gente. Confraternizando tudo conosco, abraçou a gente e nós não esperávamos isso dele. Quando a gente soube tomamos um baque muito grande”, revelou o tio.

Assim que descobriram a situação os familiares levaram o caso até um Conselho Tutelar, que tomou uma medida passando a guarda da menina para uma das tias.

Ainda segundo a família, é que mesmo depois de grávida ela continuou sendo alvos dos abusos. A família desconfia que a mãe da menina sabia de tudo.

Sobre a permissão na lei para o aborto em caso de gravidez em estupro, devido ao adiantado estado de gestação, não é possível mais este procedimento. A lei permite que até a 20ª semanas de gestação seja feito o aborto em caso de violência sexual.

O caso foi registrado na Delegacia Territorial de Simões Filho como ‘estupro de vulnerável’. O padastro fugiu de casa, após ser descoberto. Até a publicação dessa matéria, ele não tinha sido preso pela polícia. “Enquanto eu não ver ele preso, eu não vou sossegar”, desabafou mais uma vez o tio da vítima.

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