Presidente da Câmara abre processo contra radialista em Simões Filho após ser chamado de Saddam Hussein

Autor: Com informações do Mapele News

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O presidente da Câmara de Vereadores de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador, Genivaldo Lima (Dem), disse que ingressou uma ação na justiça contra o Radialista Jairo Mascarenhas da Simões Filho FM, após declarações do comunicador durante a transmissão do programa Bom Dia Simões Filho na última quarta-feira (13/6).

Na ocasião, Jairo Mascarenhas criticou duramente o parlamentar ao vivo. “Eu gostaria que ele me provasse que já houve algum contrato entre Simões Filho FM e Câmara para transmissão das sessões e quanto recebia a rádio […]. Nestes 12 anos eu gostaria que ele provasse se foi feito algum contrato com a Simões Filho FM e Câmara. Tremendo mentiroso, o tempo todo mentindo, falando as inverdades, com uma pose desgraçada, mão de ferro, DNA do homem lá do Iraque, é o DNA de Hussein que espalhou e chegou aqui em Simões Filho, infelizmente”, disse Jairo.

Na noite desta terça-feira (19/6), o vereador Genivaldo Lima utilizou a tribuna da Câmara para se defender e informou que levou o caso a justiça.

“O cidadão que tem uma rádio comunitária foi muito hostil e não foi hostil somente com o presidente da casa não, ele foi hostil com o pai de família, com o homem, com o vereador e com o presidente desta casa. E vou mais além, ele foi totalmente hostil com todos os vereadores desta casa, quando chama o presidente de Saddam Hussein. Ao falar isso, ele quis dizer que eu sou o líder do extermínio e se vocês estão aqui de certa forma me apoiando nesta cadeira, vocês também participam deste extermínio”, explicou ele na tribuna.

“Eu só vou jogar em um campo que eu entendo, eu jamais vou entrar em um campo que eu não entendo, porque eu sei que vou tomar goleada. Agora, Jairo Mascarenhas entrou em um campo que eu sou craque e agora ele vai ter que aguentar de cara. Tenham certeza disso, que eu irei ao extremo, mas na ponderação jurídica, dentro da lei […] nos veremos nos tribunais”.

Ainda durante a sessão, Genivaldo solicitou que fosse exibido um áudio com a voz de Jairo e questionou como o radialista conseguiu fazer a transmissão nos mandatos anteriores sem contar com nenhum recurso financeiro por parte da Câmara. “Ele disse no início de sua fala que nunca me pediu nada para transmitir a sessão e logo após ele fala, ele [Jairo] fala, a voz é dele, agora não se pode transmitir sem ter isso ou ter aquilo. O cidadão nunca me pediu nada, mas após a fala dele ele diz que não pode transmitir de graça […]. Não se pode cobrar, mas não se pode trabalhar de graça. Como é que funciona? Como é que funcionava antes? Aí cabe o ex-presidente se manifestar”, colocou Genivaldo.

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