Seis partidos oficializam candidatos à Presidência neste sábado

Autor: Aratu Online

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Seis partidos oficializam candidatos à Presidência neste sábado
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Conforme determinação da Justiça Eleitoral, este é o último fim de semana para a realização das convenções partidárias. Doze partidos farão seus encontros nacionais.

Neste sábado (04/08), em Brasília, o PSDB oficializou o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin como candidato do partido para a Presidência da República. É a segunda vez que ele concorra ao Palácio do Planalto. A última foi em 2006, quando perdeu no segundo turno para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) foi anunciada como a candidata a vice-presidente na chapa de Alckmin.

Também em Brasília, a ex-senadora e ex-ministra Marina Silva confirmou que concorrerá pela terceira vez consecutiva à Presidência da República. A candidatura foi oficializada pelo partido Rede Sustentabilidade, e ela terá como vice o ex-deputado federal Eduardo Jorge (PV).

Em São Paulo, o Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou a candidatura de Lula à eleição presidencial de 2018. O nome dele foi confirmado pela presidente do partido, senadora Gleisi Hoffmann (PR). Antes, foi lida uma carta de Lula, escrita por ele na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde está preso desde o dia 7 de abril. A legalidade da candidatura do pernambucano depende de uma análise da Justiça Eleitoral. O candidato lidera as principais pesquisas de intenções de voto para a corrida presidencial.

O Partido Novo, que também realiza a convenção em São Paulo, oficializará o empresário João Amoêdo, em sua primeira vez na corrida presidencial.

No interior de São Paulo , na cidade de Barrinha, a convenção nacional do Partido Patriota deve oficializar o deputado federal Cabo Daciolo (RJ) como candidato para a Presidência.

Em Curitiba, na convenção nacional do Partido Podemos, o senador Álvaro Dias oficializou sua candidatura à Presidência, e anunciou que, caso seja eleito, convidará o juiz Sérgio Moro para comandar o Ministério da Justiça.