Simões Filho: Família diz que está comprando pomada para tratar braço de idosa que está internada no Hospital Municipal

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Autor: Redação

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A idosa Valdeci de Andrade Bispo, de 74 anos, continua internada no Hospital Municipal de Simões Filho, localizado na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Ela está passando por um tratamento após um erro clinico no hospital. Em contato com o SIMÕES FILHO ONLINE o neto da paciente, Diego Bispo, de 29 anos, afirmou que está comprando a pomada para que enfermeiros da Unidade apliquem o medicamento na avó e assim acelerar o processo de cicatrização do local.

“Infelizmente estamos comprando remédio [pomada], pois o hospital não fornece. Compramos duas caixas de pomada para ajudar na cura da mão. Se acabar teremos que comprar, por enquanto ainda tem e estamos usando. O hospital não dispõe, infelizmente. É de responsabilidade deles, mas se a gente esperar vai piorar o processo de cicatrização do braço dela”, disse.

“Ela ainda não está em condições de fazer o cateterismo. Vamos esperar a melhora da mão de minha vó para fazer o procedimento cirúrgico”, completou.

Após repercussão do caso devido a reportagem do SIMÕES FILHO ONLINE, Diego Bispo disse que nesta terça-feira (12), a idosa passou a ter um melhor atendimento, contudo não está havendo melhora na mão de dona Valdeci. “Hoje foram três médicos, três enfermeiros, todo mundo querendo saber o que está acontecendo. Mas a minha avó não está dormindo direito – está chorando muito de dor porque a mão continua inchada – só melhora quando passa a pomada, que já esta acabando e a família vai ter que comprar o medicamento de novo”, concluiu.

Veja o vídeo e entenda o caso

Enquanto aguardava pela regulação, a idosa acabou vivendo o que se tornou um verdadeiro pesadelo em sua vida. A família da paciente afirma que um técnico de enfermagem do Hospital Municipal de Simões Filho, ao instalar um acesso intravenoso da idosa acabou atingindo uma de suas artérias, deixando a mão da paciente deformada [inchada], o que impediu inclusive, que a idosa passasse por um procedimento cirúrgico – o cateterismo.

Não é primeira vez

Na madrugada do dia 16 de fevereiro deste ano o SIMÕES FILHO ONLINE recebeu uma denuncia da dona de casa Adriana Santos, de 37 anos, que levou o filho, Willian Pietro dos Santos, de apenas 5 anos, à Emergência do Hospital Municipal de Simões Filho (HMSF), localizado na Avenida Washington Luis, no Centro da cidade.

A criança, que estava com febre e apresentando sinais de cansaço, chegou a unidade de saúde por volta da meia-noite, passou pela triagem, e só foi atendida por um médico já por volta das 3 horas da madrugada. Mas a pior notícia só veio na sala de medicação por volta das 4 horas, a enfermeira informou que não tinha Dipirona e Profenid – e que por isso o filho de Adriana não seria medicado.A mãe foi orientada a levar o filho para casa e comprar os medicamentos em uma farmácia assim que o dia amanhecer.

“Quando eu entrei na sala de medicação, a menina disse que no momento não tinha esses dois remédios no hospital. A médica mandou eu vim para casa esperar amanhecer o dia para eu ir a farmácia e comprar esses dois medicamentos para dar ao meu filho”, disse Adriana na ocasião.

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